terça-feira, 25 de outubro de 2011

EXERCÍCIOS ROMA

Continua sendo um assunto muito requesitado!
As questões mais recentes da fuvest estão sendo feitas em sala de aula. Se alguem quiser alguma orientação referente à elas é só manter o contacto.

 

ROMA


01)(FUVEST 01) “Em verdade é maravilhoso refletir sobre a grandeza que Atenas alcançou no espaço de cem anos depois de se livrar da tirania...Mas acima de tudo é ainda mais maravilhoso observar a grandeza a que Roma chegou depois de se livrar de seus reis.”  (Maquiavel, Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio.)
Nessa afirmação o autor
a) critica a liberdade política e a participação dos cidadãos no governo.
b) celebra a democracia ateniense e a República romana.
c) condena as aristocracias ateniense e romana.
d) expressa uma concepção populista sobre a antiguidade clássica.
e) defendeu a polis grega e o Império romano.

02)(PUC 02) Durante séculos, o Mar Mediterrâneo foi o centro comercial do mundo conhecido. Dominá-lo significava também exercer plena hegemonia política e militar. São exemplos da busca pelo controle do Mediterrâneo e de sua importância
a) as Guerras Púnicas, nos séculos II e I a.C., entre Roma e Cartago, que determinaram a plena expansão dos romanos e asseguraram-lhes o domínio da África.
b) as atividades mercantis, na Alta Idade Média, de cidades italianas, com Veneza ou Gênova, que se empenharam no estabelecimento de novas rotas oceânicas para o Oriente.
c) as colonizações desenvolvidas em território americano, a partir do século XV, por Portugal e Espanha, cujo objetivo era ligar o Atlântico ao Pacífico.
d) as guerras napoleônicas na Península Ibérica no princípio do século XIX, que ampliaram o comando francês sobre o norte e o centro do território africano.
e) as Guerras do Peloponeso, nos séculos V e IV a.C., que envolveram as cidades gregas de Atenas e Esparta, na busca pelo controle total da Península Balcânica.

03)(UEL 07) Leia o texto a seguir: "A crise desencadeada na sociedade romana pela transformação acelerada das estruturas sociais ocorrida após a segunda guerra púnica atingiu em meados do século II a.C. uma fase em que se tornava inevitável a eclosão de conflitos declarados. A agudização das contradições no seio da organização social romana, por um lado e, por outro, as fraquezas cada vez mais evidentes do sistema de governo republicano tiveram como resultado uma súbita eclosão das lutas sociais e políticas."  (Fonte: ALFÖLDY, G. A História Social de Roma. Tradução de  Maria do Carmo Cary. Lisboa: Editorial Presença, 1989, p. 81.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, considere as afirmativas a seguir.
I. Na revolta dos escravos, as frentes estavam bem definidas, pois tratava-se principalmente de uma luta dos escravos rurais contra os seus senhores e contra o Estado romano, que protegia estes últimos. Este período iniciou-se com a primeira revolta de escravos na Sicília e terminou com a revolta de Espártaco.
II. As revoltas dos habitantes das províncias e dos itálicos podem ser consideradas movimentos de camadas sociais homogêneas. Os seus objetivos eram a luta pela libertação dos membros de uma camada social oprimida e não a libertação de comunidades, Estados ou povos outrora independentes da opressão do Estado romano.
III. Um dos conflitos mais significativos tinha lugar entre os cidadãos romanos, divididos em grupos, com objetivos opostos. O objetivo primeiro de uma das facções, a dos políticos reformistas, era resolver os problemas sociais do proletariado de Roma; a ela se opunha a resistência da oligarquia, igualmente numerosa.
IV. Nas últimas décadas da República, o objetivo primordial dos conflitos passou a ser a conquista do poder de Estado. A questão era saber se esse poder seria exercido por uma oligarquia ou por um único governante. A conseqüência última destes conflitos não foi a mudança da estrutura da sociedade romana, mas a alteração da forma de Estado por ela apoiada.
A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
a) I e II.      b) II e III.    c) III e IV.   d) I, II e III.   e) I, III e IV.  

04)(MACKENZIE 11) “Quando se percorre a história das repúblicas, vê-se que todas elas foram ingratas com seus concidadãos: mas há menos exemplos disto em Roma do que em Atenas, ou em qualquer outra cidade de governo popular. Se se quiser conhecer a razão, creio que ela está em que os romanos tinham menos motivos do que os atenienses para temer a ambição dos concidadãos”.   (Nicolau Maquiavel, Comentários sobre a Primeira Década de Tito Lívio)
Podemos considerar as conclusões de Maquiavel verdadeiras se levarmos em conta que,
a) em Roma, passou-se por um grande período de estabilidade, sem lutas pelo poder entre os cidadãos, que foi do fim da Monarquia à ascensão de Mário e Sila, na República; já em Atenas, a desconfiança em relação aos cidadãos remontava à época da tirania, e, ao eliminarem-na, os atenienses criaram a instituição do ostracismo, para punir os cidadãos que ameaçassem a nascente democracia.
b) em Roma, o período de instabilidade remontava à época da Monarquia, quando os reis usurparam as liberdades individuais em prol da coletividade, em uma clara divisão entre patrícios e plebeus; já em Atenas, a luta pelo poder entre cidadãos remontava à época da República, uma vez que os tiranos exerciam o poder em nome dos aristocratas, mas atraíam o apoio das massas com medidas populares.
c) em Roma, não houve disputas pelo poder, uma vez que a República permitia livre acesso à política, por meio das magistraturas e das Assembleias, permitindo a participação política no conjunto da sociedade; já em Atenas, a democracia era restrita a quem fosse considerado cidadão e, por isso, gerava constantes conflitos entre a ampla camada de não-cidadãos e a elite aristocrática.
d) em Roma, apesar de ampliar a prática da cidadania, esta era controlada pela elite patrícia e alijava do poder a camada de plebeus, a maioria na cidade; já em Atenas, apesar de excluir mulheres, crianças, escravos e estrangeiros, a democracia era exercida por todos aqueles considerados cidadãos, sem distinção censitária e com amplos poderes de decisão perante as instituições políticas da cidade.
e) em Roma, não havia motivo algum para temer as lutas pelo poder, pois as instituições republicanas só foram consolidadas no final da República, época em que a cidade já era invadida pelos povos denominados bárbaros; em
Atenas, as lutas entre os cidadãos remontavam à época da tirania, exercida por Clístenes que, ao cercear as liberdades individuais, sofreu forte oposição dos eupátridas.

05)(UEL 08) Os animais da Itália possuem cada um sua toca, seu abrigo, seu refúgio. No entanto, os homens que combatem e morrem pela Itália estão à mercê do ar e da luz e nada mais: sem lar, sem casa, erram com suas mulheres e crianças. Os generais mentem aos soldados quando, na hora do combate, os exortam a defender contra o inimigo suas tumbas e seus lugares de culto, pois nenhum destes romanos possui nem altar de família, nem sepultura de ancestral. É para o luxo e enriquecimento de outrem que combatem e morrem tais pretensos senhores do mundo, que não possuem sequer um torrão de terra.    (Plutarco, Tibério Graco, IX, 4. In: PINSKY, J. 100 Textos de História Antiga. São Paulo: Contexto, 1991. p. 20.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, pode-se afirmar que a Lei da Reforma Agrária na Roma Antiga
a) proposta pelos irmãos Graco, Tibério e Caio, era uma tentativa de ganhar apoio popular para uma nova eleição de Tribunos da Plebe, pois pretendiam reeleger-se para aqueles cargos.
b) proposta por Tibério Graco, tinha como verdadeiro objetivo beneficiar os patrícios, ocupantes das terras públicas que haviam sido conquistadas com a expansão do Império.
c) tinha o objetivo de criar uma guerra civil, visto que seria a única forma de colocar os plebeus numa situação de igualdade com os patrícios, grandes latifundiários.
d) era vista pelos generais do exército romano como uma possibilidade de enriquecer, apropriando-se das terras conquistadas e, por isto, tinham um acordo firmado com Tibério.
e) foi proposta pelos irmãos Graco, que viam na distribuição de terras uma forma de superar a crise provocada pelas conquistas do período republicano, satisfazendo as necessidades de uma plebe numerosa e empobrecida.
    
06)(UEM 10) Assinale o que for incorreto sobre os fatores que provocaram o enfraquecimento e a queda do Império Romano Ocidental.
a) A decadência do modo de produção escravista foi um dos fatores que provocaram a crise imperial.
b) O apoio dos soldados aos generais provinciais, em detrimento do imperador, contribuiu para a fragmentação do poder político no Império.
c) Os excessos de mão de obra e de produtos alimentícios arruinaram agricultores e comerciantes.
d) As invasões bárbaras minaram as forças imperiais e contribuíram para a decadência do Império Romano.
e) O aumento com gastos militares para guarnecer as fronteiras contribuíram para o enfraquecimento econômico imperial.

07)(FGV maio 07) “(...) os domínios (grandes propriedades) foram divididos em pequenas unidades, confiadas a granjeiros, chamados colonos, e o termo colonus, que outrora designava o agricultor, ou seja, o camponês proprietário, tendeu a se aplicar exclusivamente ao colono do grande proprietário.”  (Paul Petit, A Paz Romana, 1969.)
O texto descreve o campo, no mundo romano antigo:
a) No período que se segue à crise do século III d.C., quando a escassez de mão-de-obra inviabilizou o escravismo.
b) No momento da tentativa, malsucedida, de reforma agrária dos irmãos Caio e Tibério Graco.
c) No início da República, quando Roma foi inundada por enormes contingentes de escravos.
d) No final da conquista da Península Itálica, quando Roma ainda não passava de uma potência regional.
e) No auge do Império, quando o campo passou a produzir gêneros apenas para abastecer Roma.

08)(FUVEST 96) Comparando-se as civilizações da Antiguidade Ocidental (Grécia e Roma), com as da Antiguidade Oriental (Egito e Mesopotâmia), consta-se que ambas conheceram as mesmas instituições básicas, muitas das quais, aliás o Ocidente tomou do Oriente.Contudo, houve um setor original e específico da civilização greco-romana.Trata-se do:
 econômico, com novas formas de indústria e comércio que permitiram o surgimento de centros urbanos.
b) social, com novas formas de trabalho compulsório e hierarquias sociais baseadas no nascimento e na riqueza.
c) religioso, com o aparecimento de divindades com representação antropomórfica e poderes limitados.
d) cultural, com o desenvolvimento das artes plásticas e de expressões artísticas derivadas do uso da escrita.
e) político, com a criação de práticas participativas no poder e instituições republicanas de governo.

GABARITO GRÉCIA

01 - D
03 - C
05 - E
07 - C
09 - D
02 - B
04 - C
06 - B
08 - C
10 - E


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

EXERCÍCIOS REVISÃO GRÉCIA


Este é um assunto queridinho dos grandes vestibulares. Caprichem!

01)(UNESP 97) “A conseqüência mais aparente das invasões foi a destruição quase integral da civilização micênica. No espaço de um século, as criações orgulhosas dos arquitetos aqueus, palácios e cidadelas, não são mais  do que urnas. Ao mesmo tempo vemos desaparecer a realeza burocrática, a escrita, que não passava de uma técnica de administração, e todas as criações artísticas...”   (Pierre Lévêque, A aventura grega. )
O texto refere-se às invasões
a) Persas             b) Germânicas          c) Macedônicas       d) Dórias      e) Cretenses

02)(UNESP Junho 10) A Ilíada, de Homero, data do século VIII a.C. e narra o último ano da Guerra de Troia, que teria oposto gregos e troianos alguns séculos antes. Não se sabe, no entanto, se esta guerra de fato ocorreu ou mesmo se Homero existiu. Diante disso, o procedimento usual dos estudiosos tem sido:
a) desconsiderar os relatos atribuídos a Homero, pois não temos certeza de sua procedência, nem se eles nos contam a verdade sobre o passado grego.
b) identificar na obra, apesar das dúvidas, características da sociedade grega antiga, como a valorização das guerras e a crença na interferência dos deuses na vida dos homens.
c) desconfiar de Homero, pois ele era grego e assumiu a defesa de seu povo, abrindo mão da completa neutralidade que todo relato histórico deve ter.
d) acreditar que a Guerra de Troia realmente aconteceu, pois Homero não poderia ter imaginado tantos detalhes e personagens tão complexos como os que aparecem no poema.
e) descartar o uso da obra como fonte histórica, pois, mesmo que a guerra tenha ocorrido, a Ilíada é um relato literário e não foi escrita com rigor e precisão científica.

03)(PUC Junho 08) Algumas cidades-Estado gregas expandiram seus domínios e criaram colônias na região do Mar Mediterrâneo, por volta dos séculos VIII e VI a.C. Essas colônias
a) comercializavam apenas com suas metrópoles e utilizavam mão-de-obra livre, originária do norte do continente africano.
b) eliminaram o controle romano da região mediterrânea e estabeleceram hegemonia grega na região.
c) ampliaram a área de terras cultiváveis e eram independentes, apesar dos vínculos com as cidades que as criaram.
d) demonstraram a importância da tradição militar espartana e difundiram o ideal democrático ateniense.
e) reproduziram a ordem social das cidades que as criaram e iniciaram o comércio grego com o ocidente e o oriente.

04)(FATEC Julho 10) Considere o texto a seguir: As cidades-Estado [...] eram muito diferentes entre si: nas dimensões territoriais, nas riquezas, em suas histórias particulares e nas diferentes soluções obtidas ao longo dos séculos para os conflitos de interesses entre seus componentes. A maioria delas nunca ultrapassou a dimensão de pequenas unidades territoriais, abrigando alguns milhares de habitantes – não mais do que 5 mil, quase todos envolvidos com o meio rural. Outras, de porte médio, chegaram a congregar 20 mil pessoas. Algumas poucas, portos comerciais ou centros de grandes impérios, atingi­ram a dimensão de verdadeiras metrópoles, com mais de 100 mil habitantes [...].  (GUARINELLO, Norberto Luiz. Cidades-Estado na Antiguidade Clássica. In: PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi (Orgs.). História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2008. p. 30.)
De acordo com o texto, na Grécia antiga, as cidades-Estado
a) abrigavam os mesmos ideais democráticos, independente de seu porte, como foi o caso de Atenas.
b) mantinham um forte equilíbrio de força, uma vez que havia uma cidade centralizadora que controlava política e economicamente todas as outras.
c) tinham como principal característica serem diferentes entre si, no tamanho e nas suas escolhas políticas, como foi o caso de Atenas e Esparta.
d) possuíam a cidadania como um bem maior, em que, independente do número de sua população, todo grego tinha direito de participar dos rumos de sua cidade.
e) exerciam, por consenso, em um determinado momento, o domínio político e religioso do Império grego.

05)(ESPM Julho 08) Leia o texto e responda: “O regime democrático foi instituído, em Atenas, na época de Clístenes, quando foi efetuada uma série de reformas administrativas e políticas (...) Assim como o fizeram Aristóteles e Péricles nos seus discursos muitos historiadores idealizaram a Democracia Ateniense”.  (Aquino, Denise, Oscar. História das Sociedades: Das comunidades primitivas às sociedades medievais)
Assinale a alternativa correta quanto ao regime democrático ateniense:
a) Logrou alcançar, graças ao seu aperfeiçoamento por Péricles, a abolição completa da escravidão.
b) Estendeu a cidadania a todos os habitantes residentes em Atenas, independentemente de sua condição social, econômica e sexual.
c) Preservou os privilégios da aristocracia eupátrida que manteve a exclusividade de participação na Eclésia (Assembléia) e na Bulé (Conselho).
d) Significou uma forma de atender aos interesses dos comerciantes, interessados em dirigir politicamente Atenas, tendo concedido cidadania inclusive aos estrangeiros (metecos).
e) As mulheres não possuíam cidadania e estavam proibidas pelas leis atenienses de participar do regime democrático.

06)(ENEM 09) Segundo Aristóteles, “na cidade com o melhor conjunto de normas e naquela dotada de homens absolutamente justos, os cidadãos não devem viver uma vida de trabalho trivial ou de negócios — esses tipos de vida são desprezíveis e incompatíveis com as qualidades morais —, tampouco devem ser agricultores os aspirantes à cidadania, pois o lazer é indispensável ao desenvolvimento das qualidades morais e à prática das atividades políticas”.   VAN ACKER, T. Grécia. A vida cotidiana na cidade-Estado. São Paulo: Atual, 1994.
O trecho, retirado da obra Política, de Aristóteles, permite compreender que a cidadania
a) possui uma dimensão histórica que deve ser criticada, pois é condenável que os políticos de qualquer época fiquem entregues à ociosidade, enquanto o resto dos cidadãos tem de trabalhar.
b) era entendida como uma dignidade própria dos grupos sociais superiores, fruto de uma concepção política profundamente hierarquizada da sociedade.
c) estava vinculada, na Grécia Antiga, a uma percepção política democrática, que levava todos os habitantes da pólis a participarem da vida cívica.
d) tinha profundas conexões com a justiça, razão pela qual o tempo livre dos cidadãos deveria ser dedicado às atividades vinculadas aos tribunais.
e) vivida pelos atenienses era, de fato, restrita àqueles que se dedicavam à política e que tinham tempo para resolver os problemas da cidade.

07)(FUVEST 93) Com o advento da democracia na polis grega, durante o período clássico, foram:
a) abandonados completamente os ideais de autarquia da polis, de glorificação da guerra e a visão aristocrática da sociedade e da política, que haviam caracterizado os períodos anteriores;
b) introduzidos novos ideais baseados na economia de mercado, na condenação da guerra e na valorização da democracia mais condizentes com a igualdade vigente;
c) preservados os antigos ideais de autarquia, da guerra, da propriedade da terra, do ócio, como valores positivos;
d) recuperadas antigas práticas do período homérico - abandonadas no período arcaico - como a escravidão em grande escala e o imperialismo econômico;
e) adaptados aos antigos ideais aristocráticos e de autarquia (do período homérico e arcaico) os novos ideais de economia de mercado do período clássico.

08)(FUVEST 97) Ajudaram os espartanos a vencer os atenienses na Guerra do Peloponeso, mas não foram eles que acabaram por conquistar toda a Grécia. Pelo contrário, posteriormente, eles foram também conquistados e integrados a um novo império. Trata-se dos:
a) egípcios e do Império Romano.         
b) fenícios e do Império Cartaginês.
c) persas e do Império Helenístico.
d) siracusanos e do Impérios Siciliaota.  
e) macedônios e do Império Babilônico.

09)(PUC 04) As conquistas realizadas por Alexandre da Macedônia (também chamado de Alexandre, o Grande) entre 334 e 323 a.C. estenderam-se da Grécia até as margens do rio Indo (Índia).Algumas das características dessa expansão macedônica e do imenso Império que dela derivou foram
a) a imposição de instituições políticas romanas sobre as áreas conquistadas por Alexandre e a repressão às formas monárquicas predominantes no Oriente próximo e distante.
b) o apoio do exército macedônio a revoltas de povos subjugados por outros impérios e a recusa da incorporação de soldados que não fossem macedônios ou gregos às tropas de Alexandre.
c) a restrição à circulação de mercadorias entre regiões distintas do Império e a gradativa mas profunda segmentação e diminuição do comércio interno e externo dos macedônios.
d) o intercâmbio entre culturas ocidentais e orientais e o prevalecimento de uma perspectiva universalista e assimiladora sobre a mentalidade voltada às questões locais.
e) a obrigatoriedade do uso de uma só língua, o persa, e a proibição sumária de transmissão de idéias e da movimentação de intelectuais entre as áreas dominadas pelo Império.

10)(PUC RGS Julho 2000) Responder à questão com base nas afirmativas abaixo, sobre o helenismo, síntese das culturas grega e oriental, possibilitada pela expansão macedônica do século IV a.C.
I.         A difusão da língua e da cultura grega no Oriente, a partir das campanhas de Alexandre Magno, levou à fusão do racionalismo humanista e antropocêntrico da Grécia com o despotismo místico do mundo oriental.
II.       A arte helenística rompeu com o padrão racional idealizado do período clássico, introduzindo características emocionais provenientes do mundo oriental.
III.      Um grande progresso do período helenístico, em relação à época clássica da cultura grega, manifestou-se na Matemática, com Euclides, e na Astronomia, com Eratóstenes, que tentou demonstrar a forma esférica da Terra.
Pela análise das afirmativas, conclui-se que está correta a alternativa
a) I         b) II          c) I e II     d) II e III      e) I, II e III

GRÉCIA

 

 

GABARITO ANTIGUIDADE ORIENTAL

01 - A
03 - C
02 - C
04 - C


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

REVISÃO DE CONTEÚDO

A partir de hoje, até o final de novembro, quando ocorre a primeira fase da fuvest, vou postar alguns exercícios de revisão, por ordem cronológica, começando com a História Geral. Quem já está fazendo a revisão, pode também fazer esses exercícios como reforço.
O gabarito eu forneço depois, para não influenciar na resolução. Dúvidas? é só envia-lás.

ANTIGUIDADE ORIENTAL


01)(FUVEST 2000) Ao longo de toda a Idade Média e Moderna, a Sicília foi invadida e ocupada por bizantinos, muçulmanos, normandos e espanhóis. Na Antiguidade por sua
a) fertilidade e posição estratégica no Mediterrâneo Ocidental, a ilha foi disputada e dominada por gregos, cartagineses e romanos.
b) fertilidade e posição estratégica, a ilha tornou-se o centro da dominação etrusca no Mediterrâneo Ocidental.
c) aridez e pobreza, a ilha apesar de visitada por gregos, cartagineses e romanos, não foi por estes dominada.
d) extensão e fertilidade, a ilha foi disputada pelas cidades gregas até cair sob o domínio ateniense após a Guerra do Peloponeso.
e) proximidade do continente, aridez e ausência de riquezas minerais, a ilha foi dominada somente pelos romanos.

02)(MACK 05) Na Antiguidade, a civilização egípcia baseou a sua organização socioeconômica de acordo com:
a) o modo de produção escravista, no qual um governo despótico controlava a construção de obras hidráulicas, utilizando somente o trabalho escravo.
b) o modo de produção servil, resultante da imensa influência religiosa do faraó, o supremo sacerdote, que deveria ser adorado e servido por todos os seus súditos.
c) o modo de produção asiático, baseado no Estado despótico onde predominava a servidão coletiva, na qual o indivíduo trabalhava a terra como membro da comunidade e servia, dessa maneira, ao Estado.
d) o sistema de servidão coletiva, sendo os membros da comunidade submetidos aos trabalhos ligados à construção de sistemas hidráulicos, para a distribuição comunitária da produção agrícola resultante.
e) o modo de produção escravista, sendo os povos capturados em guerra transformados em escravos do faraó, proprietário das terras e cultuado como deus em todo o Egito.

03)(IBMEC Junho 03) Em abril de 2003, o escritor Alberto Manguel expressou, em artigo no jornal The New York Times (reproduzido no jornal O Estado de S. Paulo, Caderno 2, 26/04/2003), sua preocupação com os saques ocorridos no Museu Nacional do Iraque durante a Guerra do Golfo. Entre os objetos roubados estavam blocos de argila de cerca de 4.000 a C. que testemunhavam o início da escrita na história humana. Vários sítios arqueológicos importantes foram bombardeados durante a guerra destruindo importantes registros de uma das primeiras civilizações. Essa civilização que floresceu na região do atual Iraque foi:
a) a civilização egípcia estabelecida nas margens do rio Nilo, que deixou vários registros escritos, através dos hieróglifos que se tornaram a base de toda a escrita antiga.
b) o Império Babilônico, formado na bacia do rio Halys, que criou um tipo de escrita cuneiforme para fins administrativos, que influenciou boa parte dos povos da região.
c) a Mesopotâmia, localizada no vale dos rios Tigre e Eufrates, que desenvolveu um tipo de escrita cuneiforme voltada inicialmente para a administração das cidades.
d) a Fenícia, que com o desenvolvimento do comércio e navegações, utilizava uma forma simples de escrita cuneiforme e hieróglifos.
e) os Hebreus, que tiveram sua sociedade baseada nos escritos religiosos que deram origem a Bíblia, a Torá e o Alcorão.

04)(FGV 01) Das alternativas abaixo, a que melhor caracteriza a sociedade fenícia é:
a) a existência de um Estado centralizado e o monoteísmo;        
b) o monoteísmo e a agricultura;
c) o comércio e o politeísmo;                                
d) as Cidades-estados e o monoteísmo;
e) a agricultura e a forma de Estado centralizado.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

DICA DE LEITURA

Recebi esse email de um ex aluno querido, o Caian Deléo, e vou repassar para vocês essa excelente dica de leitura.Espero que vocês todos continuem, como ele, envolvidos com o conhecimento histórico, filosófico, antropológico...e eu continue a receber emails como esse.

"olá quanto tempo professora, como vão as coisas em ribeirão? e as aulas muita gente??

dei uma passada na saraiva semana passada comprei um livro que me lembra muito vc e as aulas,

Livro: Boa Ventura! A corrida do Ouro no Brasil (1697/1810) - A cobiça que forjou um país, sustentou POrtugal e inflamou o mundo
Autor Lucas Figueiredo

já li quase metade do livro, é muito fácil a leitura, e trata da história brasileira com muitos fatos nomes e datas, além é claro de ressaktar as politicas de portugal para que fosse encontrado ao El Dourado, e a forma como os bandeirantes, em busca disso, dominaram o sertão (Minas, São Paulo e Goiás) interiorizando o país".