| 01 - B | 07 - D | 13 - D | 19 - C | 25 - D |
| 02 - C | 08 - B | 14 - B | 20 - A | 26 - D |
| 03 - A | 09 - B | 15 - E | 21 - E | 27 - C |
| 04 - A | 10 - C | 16 - C | 22 - C | 28 - B |
| 05 - C | 11 - B | 17 - B | 23 - E | 29 - C |
| 06 - A | 12 - D | 18 - A | 24 - A | 30 - E |
terça-feira, 24 de abril de 2012
GABARITO EXPANSÃO MARÍTIMA E COLONIALISMO
quarta-feira, 18 de abril de 2012
A ORIGEM DO HOMEM AMERICANO
A hipótese mais tradicional sobre a ocupação da América é aquele que supõe que levas migratórias oriundas da Ásia, penetraram no continente através do Estreito de Bering, no período final da Era do Gelo, por volta de há cerca de 11 mil anos . No entanto, desde a década de 1990, a teoria Clóvis, como foi chamada, vem sendo questionada em função de novas descobertas arqueológicas.
“No sul do Chile, descobertas demonstraram que o ser humano ocupava a região havia pelo menos 14,5 mil anos. O pesquisador Walter Neves, da Universidade de São Paulo (USP) defende que teria havido dois fluxos principais de imigrações para América, através do Estreito de Bering: o primeiro ocorrido há aproximadamente 14,5 mil anos, era composto por indivíduos que apresentavam características parecidas com a dos africanos e aborígenes australianos. O segundo ocorrido por volta de 11 mil anos, era composto por indivíduos de origem asiática.”
“Outro grupo de cientistas acredita que durante a última glaciação, há cerca de 18 mil anos, o tamanho das geleiras entre a Sibéria e a América impossibilitaria a passagem pelo Estreito de Bering, o que os teria feito vir pelo Oceano Pacífico. Alguns cientistas discordam da origem asiática e sustentam que o homem americano teria origem africana e polinésia e teria chegado à América pelo Oceano Pacífico, há 15 mil anos.”
“A arqueóloga brasileira Niède Guidon, em estudos realizados no município de São Raimundo Nonato, no Piauí, encontro artefatos e restos de fogueiras de mais de 33 mil anos. A pesquisadora acredita que o homem chegou à América há pelo menos 50 mil anos, vindo da África pelo Oceano Atlântico. No entanto, ainda não foram encontradas evidências fósseis de Homo Sapiens com essa idade.”
(Braick, Patrícia Ramos; Mota, Myriam Becho. História das cavernas ao terceiro milênio,2. Ed – São Paulo: Moderna, 2010. P.46)
O SÍTIO ARQUEOLÓGICO DA PEDRA FURADA
“Trata-se do sítio arqueológico mais polêmico do mundo, e um dos mais agrestes e deslumbrantes também. A Pedra Furada é um bloco rochoso avermelhado de 150 metros de altura que se ergue em meio à vastidão desolada da caatinga, no município de S. Raimundo Nonato, no sudoeste do Piauí. Foi ao pé desse paredão arenítico, numa gruta adornada por centenas de pinturas rupestres chamada de Toca do Boqueirão, que a pesquisadora Niède Guidon encontrou os vestígios arqueológicos mais controversos dos últimos tempos. São apenas pedaços de carvão...A diferença é que as cinzas desenterradas da Toca do Boqueirão podem pertencer a fogueiras acesas há mais de 50 mil anos.”
“Se os carvões encontrados por Niède Guidon de fato forem indícios de fogueiras acesas por seres humanos, toda a teoria da ocupação da América terá que ser revista.”
“...para além de qualquer polêmica, a Pedra Furada, a Toca do Boqueirão e a região adjacente forma um deslumbrante conjunto natural. Toda a área faz parte do Parque Nacional da Serra da Capivara, criado em junho de 1995 e desde 1986 tombado como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. No parque, de mais de 1300 Km2, há 400 sítios arqueológicos, dos quais 260 com pinturas rupestres. Só na Pedra Furada são mais de mil. Pintadas com uma mistura de óxido de ferro, cera de ouvido e esperma diluídos e água, eles registram, com requinte visual e vigor narrativo, o cotidiano, o mundo natural e o universo espiritual do povo que as concebeu e realizou. Tais pinturas, porém, foram feitas há cerca de 12 mil anos – quase 30 mil anos depois de terem ardido as fogueiras da discórdia.”
(História do Brasil, Folha de São Paulo, 1997, p. 08)
Aqui vai anexo um acesso (blogs.estadao.com.br/olhar-sobre-o-mundo/parque-nacional-da-serra-da-capivara) para vocês verem imagens e outras informações sobre o Parque nacional da Serra da Capivara. Como acontece na maioria dos casos no Brasil, o abandono e o descaso pelo patrimônio histórico e cultural também se fazem presentes aqui. O Parque vem sofrendo depredações sistemáticas, pela caça, pelo desmatamento e a exploração de calcário, e em alguns casos pichações nas grutas.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
GABARITO BAIXA IDADE MÉDIA E CULTURA MEDIEVAL
BAIXA IDADE MÉDIA
| 01 - D | 06 - E | 11 - B | 16 - E | 21 - A | 26 - D | 31 - D |
| 02 - E | 07 - D | 12 - B | 17 - B | 22 - A | 27 - D | 32 - C |
| 03 - C | 08 - B | 13 - E | 18 - B | 23 - D | 28 - D | 33 - C |
| 04 - A | 09 - E | 14 - D | 19 - A | 24 - E | 29 - D | 34 - D |
| 05 - A | 10 - B | 15 - B | 20 - A | 25 - C | 30 - C | |
CULTURA MEDIEVAL
| 01 - B | 05 - A | 09 - E |
| 02 - C | 06 - E | 10 - B |
| 03 - B | 07 - E | 11 - A |
| 04 - E | 08 - A | 12 - A |
DICA DE LIVRO
Como prometido, vai uma sugestão de livro muito bacana, fácil e gostoso de ler: A VIAGEM DO DESCOBRIMENTO - A Verdadeira História da Expedição de Cabral, de Eduardo Bueno, Coleção Terrras Brasils.
Como o próprio título sugere, trata-se de uma análise do jornalista Eduardo Bueno, sobre essa expedição que é considerada o marco inicial do Brasil "civilizado".
Vou reproduzir um pequeno texto, no qual é retratada a comida a bordo de uma nau ou caravela no período:
"A base da alimentação a bordo era um biscoito duro e salgado 'via de regra todo podre das baratas e com bolor mui fedorento'. Tais biscoitos, cuja fabricação se confunde com a própria história da navegação, eram assados em fornos reais, como o do vale de Zebro, em Lisboa, onde, entre 1505 e 1507, se produziram mais de mil toneladas (o equivalente a 2,5 milhões de rações diárias)".
"... Cada homem a bordo tinha direito a uma canada (1,4 litro) diária de vinho. A água, para beber e cozinhar, também era fornecida à razão de uma canada por dia. Armazenada em tonéis de madeira pouco apropriados, cheirava sempre muito mal por causa do ciclo natural da reações químicas. Infecções e diarreias eram muito comuns".
Como o próprio título sugere, trata-se de uma análise do jornalista Eduardo Bueno, sobre essa expedição que é considerada o marco inicial do Brasil "civilizado".
Vou reproduzir um pequeno texto, no qual é retratada a comida a bordo de uma nau ou caravela no período:
"A base da alimentação a bordo era um biscoito duro e salgado 'via de regra todo podre das baratas e com bolor mui fedorento'. Tais biscoitos, cuja fabricação se confunde com a própria história da navegação, eram assados em fornos reais, como o do vale de Zebro, em Lisboa, onde, entre 1505 e 1507, se produziram mais de mil toneladas (o equivalente a 2,5 milhões de rações diárias)".
"... Cada homem a bordo tinha direito a uma canada (1,4 litro) diária de vinho. A água, para beber e cozinhar, também era fornecida à razão de uma canada por dia. Armazenada em tonéis de madeira pouco apropriados, cheirava sempre muito mal por causa do ciclo natural da reações químicas. Infecções e diarreias eram muito comuns".
terça-feira, 10 de abril de 2012
GABARITO IMPÉRIO BIZANTINO E ÁRABE
| 01 - B | 05 - D | 09 - B | 13 - A |
| 02 - A | 06 - D | 10 - E | 14 - C |
| 03 - B | 07 - A | 11 - E | 15 - E |
| 04 - D | 08 - B | 12 - E | 16 - C |
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Carta aberta ‘detona’ trabalho de parlamentares na Câmara
JORNA A CIDADE - Quarta, 04 de Abril de 2012 - 09h33 ( Atualizado em 04/04/2012 - 10h45 )
Monize Zampieri
Panelaço 3: Manifestante usa a tribuna para criticar os vereadores, que se calam
Os 20 vereadores foram humilhados ontem (3), na Câmara, durante leitura de uma carta aberta de repúdio ao aumento de quase 40% no próprio salário para a próxima legislatura. O documento foi lido na tribuna da Casa de Leis por um representante do grupo, que promoveu seu terceiro manifesto e manteve os cerca de cem participantes, mobilizados por meio do ‘Facebook’. Vereadores silenciaram.
A carta exigia a revogação do aumento do subsídio e do aumento do número de cadeiras para 2013, além da retratação do presidente da Câmara, Cícero Gomes (PMDB), devido à atitude de um de seus assessores durante o protesto de terça-feira da semana passada - que acabou sendo a única solicitação atendida.
"Entendemos que a Câmara de Ribeirão Preto não está apta a representar os interesses da sociedade ribeirão-pretana. Entendemos que tais deliberações da Câmara representam um desrespeito ao povo de Ribeirão Preto", leu o professor de História e universitário Jonas Paschoalick.
O documento ainda menciona que a Câmara de Ribeirão Preto é recordista nacional em projetos inconstitucionais e que mais de 50% dos projetos apresentados pelos vereadores no segundo semestre de 2011 se destinam a nomear ruas e praças.
"Entendemos que o aumento no subsídio dos vereadores, votados por estes, representa um abuso do poder político e a ratificação da equivocada profissionalização da política", destacou. "Esse acréscimo de vereadores em nada aperfeiçoa a representatividade da população ribeirão-pretana", acrescentou.
Os vereadores ouviram atentamente à carta, que dizia também que os "atos realizados só reafirmam o caráter coronelista que tem a gestão desta casa. Deixa clara uma confusão entre o público e o privado quando aqueles que foram eleitos para representar o povo, ao invés de o fazerem com orgulho, fazem em defesa de interesses particulares".
"Ao invés de se dirigirem aos eleitores com respeito e consideração, usurpam a cidadania e a democracia participativa com atitudes autoritárias", diz a carta.
Cícero pede desculpas por assessor
O presidente da Câmara, Cícero Gomes (PMDB), pediu desculpas aos manifestantes por seu assessor José Donizete Paixão ter rasgado e descartado no lixo documento que o grupo "jogou" para os vereadores no manifesto de terça-feira passada. "Eu não respondo pelos atos do meu assessor, mas, se causou indignação, peço desculpas", declarou.
A indiferença dos vereadores à carta aberta e aos pedidos de revogação do reajuste aumentou a revolta dos manifestantes, que pretendem voltar à Câmara, na próxima semana. "Demos o nosso recado hoje, mas exigimos as revogações", declarou Jonas Paschoalick.
Os manifestantes permaneceram em silêncio durante as votações, mas emendaram gritos de protesto ao perceberem que os vereadores não se pronunciariam. Dentre eles: "Revoga o seu aumento, sou eu que te sustento", "20 bastam para Ribeirão" e "Não reeleja", além de cantarem o Hino Nacional.
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