| 01 - E | 07 - A | 13 - B | 19 - E | 25 - D |
| 02 - B | 08 - D | 14 - B | 20 - E | 26 - C |
| 03 - B | 09 - B | 15 - C | 21 - E | 27 - A |
| 04 - B | 10 - D | 16 - C | 22 - E | 28 - C |
| 05 - C | 11 - C | 17 - C | 23 - B | 29 - A |
| 06 - E | 12 - B | 18 - C | 24 - A | 30 - E |
quarta-feira, 16 de maio de 2012
GABARITO BRASIL COLÔNIA - FORMAÇÃO SOCIAL
quinta-feira, 10 de maio de 2012
GABARITO BRASIL FORMAÇÃO ECONÔMICA
|
01
- C
|
08
- B
|
15
- B
|
22
- E
|
|
02
- A
|
09
- A
|
16
- A
|
23
- E
|
|
03
- D
|
10
- B
|
17
- A
|
24
- C
|
|
04
- D
|
11
- C
|
18
- D
|
25
- A
|
|
05
- D
|
12
- E
|
19
- D
|
26
- E
|
|
06
- D
|
13
- B
|
20
- B
|
27
- B
|
|
07
- E
|
14
- A
|
21
- A
|
|
GABARITOS ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO
GABARITO ABSOLUTISMO
|
01
- C
|
08
- E
|
15
- D
|
22
- B
|
|
02
- B
|
09
- B
|
16
- A
|
23
- E
|
|
03
- A
|
10
- A
|
17
- C
|
24
- B
|
|
04
- D
|
11
- B
|
18
- D
|
25
- D
|
|
05
- A
|
12
- A
|
19
- A
|
26
- B
|
|
06
- A
|
13
- B
|
20
- D
|
|
|
07
- D
|
14
- A
|
21
- D
|
|
GABARITO
REVOLUÇÕES INGLESAS
|
01
- D
|
03
- C
|
05
- B
|
07
- D
|
09
- E
|
|
02
- C
|
04
- E
|
06
- C
|
08
- E
|
10
- E
|
GABARITO MERCANTILISMO
|
01 - E
|
03 - E
|
05 - B
|
07 - C
|
|
02 - D
|
04 - A
|
06 - C
|
08 - A
|
quinta-feira, 3 de maio de 2012
A FABRICAÇÃO DO REI
“Dizia Montesquieu
que ‘o esplendor que envolve o rei é parte capital de sua própria pujança’.
Mais do que um elogio, a consideração sintetiza particularidades da monarquia,
ou mesmo, a dimensão simbólica presente em qualquer tipo de poder público e
político. Com efeito, se é só a realeza que introduz o ritual em meio à sua
lógica formal e no corpo da lei, pode-se dizer, porém, que não há sistema
político que abra mão do aparato cênico, que se conforma tal qual um teatro;
uma grande representação.”
“(Os monarcas)
foram os inventores do marketing político e nesse sentido fizeram escola (...).
A propaganda surge como meio de assegurar a submissão ou o assentimento a um
poder. (...) Na verdade, esculpida de maneira cuidadosa, a figura do rei
corresponde aos quesitos estéticos necessários à construção da ‘coisa pública’.
Saltos altos para garantir um olhar acima dos demais, perucas logo ao levantar,
vestes magníficas mesmo nos locais da intimidade; enfim, trata-se de projetar a
imagem de um homem público, caracterizado pela ausência de espaços privados de
convivência. Tal qual um evento multimídia, o rei estará presente em todos os
lugares, será cantado em verso e prosa, retratado nos afrescos e alegorias,
recriado como um Deus nas estátuas e tapeçarias.”
“Exemplo radical
do exercício e da manipulação simbólica do poder, a realeza evidencia, com sua
etiqueta, a importância do ritual na construção da imagem pública. A monarquia
é, nesse sentido, um bom pretexto para a discussão dos vínculos entre política
e manipulação do imaginário simbólico, ou mesmo para a verificação de como
política se faz com a lógica da ‘razão prática’, mas também, com a força de
persuasão da "razão simbólica.”
Lilia K. Moritz
Schwarcz. A fabricação do rei. A construção da imagem pública de Luis XIV.
Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1994, 254 pp. Antropologia, São Paulo: FFLCH/USP,
v. 43, n. 1, p. 257-61, 2000.
GABARITOS RENASCIMENTO E REFORMA
GABARITO
RENASCIMENTO
|
01
- B
|
03
- B
|
05
- A
|
07
- E
|
09
- A
|
11
- E
|
13
- A
|
|
02
- B
|
04
- D
|
06
- E
|
08
- E
|
10
- E
|
12
- A
|
14
- VVVFF
|
GABARITO
REFORMA PROTESTANTE E CONTRA REFORMA
|
01
- B
|
05
- A
|
09
- A
|
13
- B
|
17
- C
|
21
- B
|
|
02
- C
|
06
- C
|
10
- E
|
14
- D
|
18
- C
|
22
- B
|
|
03
- D
|
07
- E
|
11
- D
|
15
- B
|
19
- D
|
23
- E
|
|
04
- C
|
08
- A
|
12
- A
|
16
- A
|
20
- C
|
|
GABARITO PERÍODO PRÉ-COLONIAL E FORMAÇÃO POLÍTICA
GABARITO
PERÍODO PRÉ-COLONIAL
|
01
- E
|
03
- B
|
05
- C
|
|
02
- A
|
04
- E
|
|
GABARITO
FORMAÇÃO POLÍTICA
|
01
- D
|
04
- A
|
07
- C
|
10
- B
|
|
02
- D
|
05
- C
|
08
- D
|
11
- D
|
|
03
- E
|
06
- A
|
09
- D
|
|
Assinar:
Postagens (Atom)