sábado, 16 de junho de 2012

GABARITOS BRASIL


EXPANSÃO TERRITORIAL

01 - B
03 - C
05 - A
07 - D
09 - A
11 - B
13 - B
02 - A
04 - A
06 - E
08 - D
10 - B
12 - E




CRISE DO SISTEMA COLONIAL

01 - C
04 - E
07 - A
10 - C
13 - D
02 - D
05 - A
08 - C
11 - A
14 - D
03 - D
06 - D
09 - C
12 - A
15 - D


sexta-feira, 15 de junho de 2012

GABARITOS


GABARITO REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

01 - D
06 - C
11 - D
02 - B
07 - E
12 - C
03 - D
08 - C
13 - C
04 - A
09 - C
14 - D
05 - C
10 - E
15 - E



GABARITO REVOLUÇÃO FRANCESA

01 - E
08 - D
15 - A
02 - C
09 - B
16 - A
03 - E
10 - B
17 - E
04 - C
11 - D
18 - A
05 - E
12 - A
19 - A
06 - A
13 - C
20 - D
07 - D
14 - C
21 - A



GABARITO ERA NAPOLEÔNICA

01 - A
05 - A
09 - A
02 - B
06 - D
10 - B
03 - A
07 - D
11 - E
04 - E
08 - A




GABARITO INDEPENDÊNCIAM AMÉRICA ESPANHOLA

01 - A
07 - A
13 - E
19 - E
02 - A
08 - B
14 - C
20 - B
03 - A
09 - A
15 - E
21 - E
04 - B
10 - E
16 - C
22 - E
05 - C
11 - C
17 - D
23 - C
06 - E
12 - E
18 - C




GABARITO REVOLUÇÕES LIBERAIS DO SÉCULO XIX

01 - C
05 - A
02 - D
06 - E
03 - C
07 - B
04 - B
08 - A


terça-feira, 5 de junho de 2012

O FALSO FAUSTO


A historiadora Laura de Mello e Souza, analisando a sociedade mineradora do século XVIII, considerou as festas religiosas ali realizadas, um elemento de manipulação social. A pompa e o fausto expressavam a riqueza colonial, a euforia coletiva, numa sociedade em que a maioria era de pessoas desclassificadas, desde escravos até homens livres e pobres.
A festa barroca agradava os sentidos do povo. Ela criara a falsa impressão de que a riqueza é algo desfrutado por todos, ocorrendo a “neutralização dos conflitos e diferença, criando a ilusão de que a sociedade mineira era rica e igualitária”. Ou seja, todo o fausto e ostentação eram falsos.

Segundo a historiadora:
“Parece não ter limites a pompa então presenciada por Vila Rica: danças, alegorias, cavalhadas, figuras a cavalo representando os Quatro Ventos, todos luxuosamente vestidos e enfeitados com pedras preciosas. O bairro do Ouro Preto, onde se situava a Matriz, também foi representado, ao lado da Lua, das Ninfas, de Marte, de Vênus, de Mercúrio, de Júpiter, do Sol, da Estrela d'Alva e da Vespertina, entre muitas outras figuras. O Conde das Galvêas, governador das Minas, assistiu às festas juntamente com ‘toda a Nobreza, e Senado da Câmara’, e Simão Ferreira Machado diz não haver lembrança ‘que visse o Brasil, nem consta, que se fizesse na América ato de maior grandeza’.” (Adaptado de SOUZA, Laura de Mello e. "Desclassificados do Ouro". Rio de Janeiro, Graal, 1990, pp. 20-23)

Agora é com vocês. Está aí um teste da Uff de 2005, já com o gabarito da alternativa correta.
“ As festas e as procissões religiosas contavam entre os grandes divertimentos da população, o que se harmoniza perfeitamente com o extremo apreço pelo aspecto externo do culto e da religião que, entre nós, sempre se manifestou (...). O que está sendo festejado é antes o êxito da empresa aurífera, do que o Santíssimo Sacramento. A festa tem uma enorme virtude congraçadora, orientando a sociedade para o evento e fazendo esquecer da sua faina cotidiana.(...). A festa seria como o rito, um momento especial construído pela sociedade, situação surgida "sob a égide e o controle do sistema social" e por ele programada. A mensagem social de riqueza e opulência para todos ganharia, com a festa, enorme clareza e força. Mas a mensagem viria como cifrada: o barroco se utiliza da ilusão e do paradoxo, e assim o luxo era ostentação pura, o fausto era falso, a riqueza começava a ser pobreza, o apogeu decadência" (Adaptado de SOUZA, Laura de Mello e. "Desclassificados do Ouro". Rio de Janeiro, Graal, 1990, pp. 20-23) Segundo a autora do texto, a sociedade nascida da atividade mineradora, no Brasil do século XVIII, teria sido marcada por um "fausto falso" porque:
a)
a mineração, por ter atraído um enorme contingente populacional para a região das Gerais, provocou uma crise constante de subalimentação, que dizimava somente os escravos, a mão de obra central desta atividade, o que era compensado pela realização constante de festas;
b)
o conjunto das atividades de extração aurífera e de diamantes era volátil, dando àquela sociedade uma aparência opulenta, porém tão fugaz quanto a exploração das jazidas que rapidamente se esgotavam;
c)
existia um profundo contraste entre os que monopolizavam a grande exploração de ouro e diamantes e a grande maioria da população livre, que vivia em estado de penúria total, enfrentando, inclusive, a fome, devido à alta concentração populacional na região;
d)
a riqueza era a tônica dessa sociedade, sendo distribuída por todos os que nela trabalhavam, livres e escravos, o que tinha como contrapartida a promoção de luxuosas cerimônias religiosas, ainda que fosse falso o poderio da Igreja nesta região;
e)
a luxuosa arquitetura barroca era uma forma de convencer a todos aqueles que buscavam viver da exploração das jazidas que o enriquecimento era fácil e a ascensão social aberta a todas as camadas daquela sociedade.

Alternativa C.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

GABARITOS




ILUMINISMO

01 - B
04 - D
07 - B
10 - E
13 - A
16 - E
02 - D
05 - E
08 - E
11 - D
14 - A
17 - E
03 - B
06 - D
09 - B
12 - A
15 - A
Mack - C



INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS

01 - C
05 - D
09 - D
13 - B
02 - B
06 - C
10 - A
14 - A
03 - C
07 - E
11 - C
15 - A
04 - D
08 - E
12 - A
16 - C



INVASÕES HOLANDESAS

01 - A
04 - B
07 - B
10 - A
13 - E
02 - D
05 - E
08 - A
11 - D

03 - C
06 - D
09 - C
12 - D




MINERAÇÃO

01 - A
04 - C
07 - E
10 - B
13 - A
16 - B
19 - A
02 - C
05 - C
08 - B
11 - B
14 - E
17 - A
20 - A
03 - A
06 - E
09 - B
12 - D
15 - D
18 - E
21 – A

22 - C

terça-feira, 22 de maio de 2012

O COMEÇO DA COLONIZAÇÃO DA AUSTRÁLIA


O reconhecimento da Independência dos Estados Unidos pela Inglaterra em 1783, produziu reflexos imediatos na Austrália. Por mais de cem anos, os ingleses haviam deportado para a América do Norte um grande número de pessoas condenadas a sete anos ou mais de prisão. Com a independência norte-americana e o consequente fim das deportações, as cadeias inglesas começaram a ficar lotadas. Para resolver o problema, o governo britânico decidiu enviar seus condenados para a Austrália. O primeiro navio com prisioneiros chegou ali em 1788. Levava à bordo 736 condenados, que tinham de 9 a 82 anos de idade. A Inglaterra iniciava, assim, a colonização da Austrália.

(In: Gislaine e Reinaldo. História. São Paulo, Ed. Ática, 2008. P. 251)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

A ÁFRICA ANTES E DEPOIS DO SÉCULO XV

O continente africano caracterizava-se por ser habitado por povos com características bem diversas em relação ao europeu renascentista. Mas, conforme as relações entre esses povos se intensificaram , a partir do século XV, o que se viu, foi a ganância por poder e riquezas verificadas de ambos os lados.

Enquanto as feitorias atendiam à política mercantilista, como fornecedoras de riquezas como o ouro, o marfim e “gente” (escravos), os reis africanos também passaram a se interessar por mercadorias europeias, principalmente armas de fogo, o que levou à permissão da instalação das feitorias.

A escravidão já era praticada na África, ainda que o número de pessoas escravizadas fosse pequeno e mão de obra voltada para a produção agrícola e trabalhos domésticos. Entre os séculos IX e XV, os reinos de Gana, Mali e Songhai exerceram uma dominação sobre seus vizinhos, o que levou a um aumento no número de homens escravizados.

A partir do século XV, os europeus introduziram uma nova forma de escravidão. Os indivíduos capturados eram depois comprados por mercadores africanos (corretores), que os conduziam para o litoral ocidental e ali os vendiam para os líderes dos reinos da região, que por sua vez os vendiam para os europeus. Agora esses indivíduos escravizados tornavam-se mera mercadoria. Os corretores de escravos e outras mercadorias, para negociarem com os líderes dos povos do interior, ofereciam mercadorias europeias.

Os grandes mercadores europeus se instalavam no continente mediante um contrato com os reis europeus, recebendo o direito de exploração exclusiva de determinada região. Em troca deveriam garantir o controle militar e comercial dessa região. Estes obtinham lucros fabulosos na venda ou troca de mercadorias europeias por escravos e outras mercadorias.

Na costa ocidental africana, onde estavam instaladas as mais importantes feitorias, os reis passaram a lutar pela hegemonia da região, a partir do século XVI. Nesse período, destacam-se, sucessivamente, a hegemonia do reino de Oyo, a de Daomé e a de Achanti. A luta pela hegemonia dependia das armas de fogo, que só eram obtidas com a troca de escravos e outras mercadorias, fazendo com que esses reinos caíssem num círculo vicioso que os tornava dependentes dos europeus. No entanto, foram eles que entre os africanos se tornaram os maiores beneficiários de todo esse comércio. Em suas cortes, verificavam-se costumes e elementos do mundo europeu, como o uso de vestimentas, joias e móveis adquiridas junto aos traficantes europeus, aumentando o luxo e a ostentação.